Quando executivos pensam como designers e designers decidem como executivos.

Um espaço para quem atua na fronteira entre criatividade, estratégia e liderança.

O Design nunca foi tão necessário. E tão mal usado

Vivemos um momento de excesso de ferramentas e escassez de sentido.

A inteligência artificial e o no-code democratizaram a criação, mas também multiplicaram o ruído.

Fazer ficou fácil.
Entender o que vale ser feito nunca foi tão difícil.

As empresas que entendem o design como estratégia crescem o dobro. As que o tratam como estética, ficam pelo caminho.

O paradoxo do valor

Segundo a McKinsey (2023), empresas com alto índice de maturidade em design crescem até 2x mais rápido e geram 56% mais retorno aos acionistas do que seus pares.

Mas metade das organizações ainda não mede o impacto do design em métricas de negócio, e 40% sequer conversam com usuários durante o desenvolvimento de produtos e serviços.

O valor está claro; o problema é a prática.
A maioria ainda confunde “fazer bonito” com “fazer sentido”.

Fonte: McKinsey, The Business Value of Design (update 2023)


A IA tornou fácil criar qualquer coisa. O desafio agora é saber o que realmente vale criar.

Design em tempos de IA

Em 2024, 59% dos designers já utilizavam IA em alguma etapa do trabalho, e 78% relataram ganhos de eficiência significativos, segundo o relatório Figma AI Trends (2024–2025).

A automação liberou tempo, mas também revelou um vazio: falta de direção estratégica.

Líderes da IBM e da Accenture afirmam que o futuro do designer será cada vez mais centrado em decisão, curadoria e impacto, e não na execução.

O Design Estratégico é o que separa quem “usa IA” de quem a direciona para criar valor real.

Fontes: Figma AI Trends (2024), BCG (2025), Accenture Technology Vision (2024).


Benchmarks e referências

Design estratégico é o motor invisível das empresas que estão reescrevendo suas indústrias.

Spotify, Nubank, Apple e Ambev aparecem entre os principais cases de 2023–2024 por aliar design, autonomia e estratégia, traduzindo cultura em diferenciação e eficiência.
Essas empresas usam design para alinhar propósito, decisão e execução, não apenas para a estética.

Design deixou de ser um departamento.
Virou uma forma de pensar o negócio.

Fontes: McKinsey, BCG, Questto|Nó (caso Ambev 2024).

Por que isso importa

Empresas com cultura de design amadurecida crescem mais rápido, inovam com menos desperdício e criam vínculos reais com clientes.

O Design Estratégico é o elo entre criatividade e performance.

Manifesto

O DBD é um espaço de formação de líderes criativos.
Somos designers que pensam como CEOs e executivos que usam o design como alavanca de crescimento.

Durante anos, o design foi subutilizado como função estética ou parte do produto.
Mas hoje, design não é só sobre fazer bonito, é sobre decidir o que vale fazer, conectar dados, negócios e visão, e transformar problemas em oportunidades reais.

O DBD integra criatividade com estratégia para formar líderes capazes de gerar impacto real. Aqui, vamos além da estética, vamos unir decisão e execução, propósito e dados, visão e operação.

O que é (será)

O DBD é onde design, negócio e liderança se unem.
Aqui, o Design Estratégico deixa de ser um detalhe e vira a força transformadora que conecta visão e ação.

Em nosso espaço, você aprenderá a decidir estrategicamente, agir com confiança e influenciar a transformação organizacional, alinhando dados, pessoas e decisões. Hoje se manifesta como:

1) Uma imersão executiva em negócios, design e liderança criativa.

2) Um grupo de troca online.

3) Formação híbrida sobre criatividade e negócios.

4) Estudos sobre de como usar o design de forma mais estratégica.

5) Podcast, lives e debates sobre estratégia, negócios e design.

O que é o DBD

Design + Business + Design

  1. Design é escolha.

    Toda decisão de negócio é uma decisão de design sobre o que priorizar, simplificar, investir e comunicar.

  2. Estratégia é prática.
    Não existe visão sem execução. O design traduz estratégia em ação real.

  3. Impacto é humano.
    Nenhum resultado é sustentável se não gerar valor para as pessoas.

Mais que uma sigla. É um movimento.

Um convite para repensar o design como alavanca de negócios e o negócio como campo de design.

O DBD nasceu de uma inquietação:
por que o design e o negócio ainda caminham em trilhas paralelas,
quando deveriam evoluir como um só sistema?

Design cria negócios.
Negócios reeducam o design.

E entre esses dois movimentos, surge um novo espaço,
um campo onde criatividade e estratégia se encontram para gerar valor real.

O DBD é esse espaço.
Um ecossistema de cursos, mentorias e discussões que unem visão criativa, pensamento estratégico e impacto humano.

Aqui, o design deixa de ser uma função e volta a ser uma força transformadora: capaz de gerar crescimento, orientar decisões e criar futuros mais inteligentes para pessoas, empresas e sociedade.

Três principios que guiam o DBD

Para quem

Executivos, founders e líderes de negócio

Querem incorporar o pensamento de design para inovar com empatia, visão sistêmica e velocidade.

Designers, estrategistas e criativos

Querem compreender a lógica dos negócios, aumentar impacto e tomar decisões estratégicas, liderando o futuro da empresa